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quarta-feira, 14 de maio de 2008

Sport 3x1 Internacional

Infelizmente, não vai ser esse ano que ganharemos a Copa do Brasil novamente.
Foi uma noite em que quase tudo deu errado para o Inter: a zaga desfalcada, um gol logo no começo, atuações pífias de Guiñazu, Alex e Fernandão, os três dos quais se espera muito, a contusão de Sidnei, que era o único que estava muito bem...

Não querendo desmerecer o Sport, mas o Inter perdeu mais para si mesmo do que para o adversário. Fez um primeiro tempo até aceitável, mas o segundo foi sofrível. Tomou sufoco mesmo com um homem a mais! E não conseguiu atacar.

Abel não foi o grande culpado na desclassificação, mas têm uma parcela de responsabilidade. Jonas estava mal e não foi substituído (e ainda acabou expulso). E o maior de todos os erros foi não ter levado Sorondo para Recife.
Há, sim, o problema da quantidade de estrangeiros, mas a zaga precisava de mais experiência e de alguém que fosse ganhar as jogadas pelo alto. Apesar da altura, nem Sidnei nem Titi conseguem se dar bem em bolas altas.

É muito frustrante ver um time que pode render muito, mas muito mais do que isso, jogando feio, desorganizado, atabalhoado.

Agora resta o Brasileiro para tentar a tão sonhada vaga na Libertadores do ano que vem. E o time precisa superar a derrota logo, erguer a cabeça e começar a jogar o que sabe. De nada adianta termos ótimos jogadores e um ótimo grupo se, quando exigidos um pouco mais, eles não vão dar resposta.

Dados do jogo
Sport (3): Magrão; Luizinho Neto (Diogo), Igor, Durval e Dutra; Fábio Gomes, Sandro Goiano, Luciano Henrique e Carlinhos Bala; Enilton (Roger) e Leandro Machado (Cássio). Técnico: Nelsinho Batista.

Internacional (1): Clemer; Sidnei (Pessanha, 21min30seg2ºt), Orozco e Titi (Derlei, 12min2ºt); Bustos, Danny Morais (Iarley, 35min2ºt), Jonas, Alex e Guiñazu; Fernandão e Nilmar. Técnico: Abel Braga.

Gols: Leandro Machado (S), aos 3min do segundo tempo, Sidnei (I), aos 29min30seg do primeiro tempo, Roger (S), aos 16min30seg do segundo tempo, Durval (S), aos 33min30seg do segundo tempo. Cartões amarelos: Guiñazu, Danny Morais, Jonas, Bustos (I) , Enílton, Durval, Dutra, Roger, Fábio Gomes (S). Expulsões: Luciano Henrique (S). Jonas (I). Público: 31.555. Arbitragem: Héber Roberto Lopes (PR), auxiliado por Roberto Braatz (PR) e Cleriston Clay Barreto Rios (SE). Local: Ilha do Retiro, no Recife.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Internacional 1x0 Sport

Não foi uma boa atuação mas o que importa é o resultado, que significa vantagem para o segundo jogo.
Alex mais uma vez foi o salvador da pátria colorada e fez o gol tão necessário.
A opção de Andrezinho para a vaga de Magrão provou não ser a melhor solução para o problema. O jogador não foi bem e perdia quase todas as bolas para o seu marcador. A entrada de Gil em seu lugar no segundo tempo melhorou bastante o time.
Nilmar não conseguiu marcar novamente. Perdeu muitos gols e, no segundo tempo, deu lugar a Iarley, dessa vez com mais propriedade de quando foi substituído em Caxias.
Houve muitos erros de passes que ocasionavam perdas de bolas importantes. No entanto a zaga se comportou razoavelmente bem, com Orozco melhorando bastante em suas atuações. Pecaram apenas algumas faltas bobas, que levaram perigo à área colorada.
O saldo negativo da vitória é a zaga desmantelada para o jogo de volta. Índio e Marcão não jogarão em Recife. Índio pelo segundo cartão amarelo e Marcão também o seria, não fosse sua expulsão quase no final da partida. Abel já teria a possibilidade de escalar Sorondo para essa partida, mas, nesse caso, há o problema da quantidade de estrangeiros em campo. Espera-se, então, para saber se sai Bustos para a entrada de Sorondo ou se o Inter vai de Sidnei e Titi.
A grande vantagem é poder até perder, se o Inter marcar e a diferença for de apenas um gol. Como o time geralmente faz gol, é uma vantagem e tanto.

O foco continuará na Copa do Brasil, mesmo o Brasileirão começando nesse domingo, com o confronto com o Vasco, no Beira-Rio. Imagina-se que alguns jogadores serão poupados nessa partida.
Ganhar a Copa do Brasil deve ser a prioridade no momento, mas não se deve esquecer que o Campeonato Brasileiro é a maior competição do Brasil e é um título que não ganhamos (no papel, pelo menos) há quase 30 anos. Seria importante não começar mal na competição.

Dados do jogo
Internacional (1): Clemer; Índio, Orozco e Marcão; Bustos, Danny Morais, Andrezinho (Gil, intervalo), Alex (Jonas, 41min2ºt) e Guiñazu; Nilmar (Iarley, 29min30seg2ºt) e Fernandão. Técnico: Abel Braga.

Sport (0): Magrão; Luizinho Neto, Igor, Durval e Dutra; Daniel Paulista, Sandro Goiano (Júnior Maranhão), César e Romerito; Carlinhos Bala (Cássio) e Enilton. Técnico: Nelsinho Batista.

Gol: Alex (I), aos 8min do segundo tempo. Cartões amarelos: Índio, Marcão, Guiñazu (I), Daniel Paulista, Sandro Goiano, César, Romerito, Luizinho Neto (S). Expulsão: Marcão (I). Renda: R$ 310.475,00. Público: 41.766 (37.491 pagantes). Arbitragem: Paulo César Oliveira (Fifa-SP), auxiliado por Roberto Braatz (PR) e Emerson Augusto de Carvalho (SP). Local: Beira-Rio.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Internacional 5x1 Paraná

E não foi que, com Andrezinho, a gente nem sentiu falta do Alex? Histórico. Mágico. Loucura. Adjetivos aparecem por todos os lados mas ainda não inventaram uma palavra adequada para descrever o que foi esse jogo. Em menos de 5 minutos, já havia acontecido de tudo e mais um pouco!
Foi um jogo para testar a fé da torcida e a perseverança dos jogadores, e podemos dizer que os dois lados deram conta do recado. A torcida cantou o tempo todo, apoiou e não esmoreceu nunca. Os jogadores correram, cansaram, atacaram e, acima de tudo, marcaram o adversário e também os tão necessários gols.

Não há como explicar a sensação de saber que, aos meros 45 segundos de jogo, há um jogador no chão, desacordado, em uma colisão com um próprio companheiro de time. E uma chance clara de gol para o adversário como conseqüência desse choque. Ainda sob o trauma de ver Jonas saindo do estádio de ambulância, os jogadores do Inter perdem a concentração e acontece o improvável, o impensável, o indigesto gol do Paraná. Aos dois minutos do primeiro tempo, o time que precisava fazer 3 toma um gol e agora precisa de 4. Sei de gente que só ficou sabendo o resultado pela manhã, ao ler o jornal, pois desligou o rádio nessa hora.
Mas acontece que, como já dizia o poeta, o jogo só acaba quando termina. Logo aos 5 minutos, Andrezinho quebra seu jejum de gols pelo Colorado, prova que tinha razão quando disse que ia marcar na hora mais importante, e abre alas para o que viria a seguir.
Um jogador do Paraná expulso. Índio marca o segundo. Outro jogador do Paraná expulso, mas dessa vez Sidnei o acompanha. Pra não perder as contas: Inter com 10, Paraná com 9. Placar: 2x1. No final do primeiro tempo, lá vem Andrezinho de novo e coloca o Internacional no limiar da felicidade fazendo o 3° gol. Faltava só um.

Ao ir pro vestiário, o consenso era de que o time precisava se acalmar. Estava correndo muito, e quase ninguém ficava no campo de defesa. No finzinho do primeiro tempo quase levou um gol por esse motivo.
Mas essa noite estava predestinada a entrar para a história. Segundo tempo, o Inter volta mais calmo, como pedia o técnico e o goleiro Clemer, que se sentia abandonado lá atrás. Nesse momento, o Paraná atacou mais, voltou bem melhor do que estava na etapa anterior. No entanto, seus ataques eram improdutivos. E aos 18 minutos a angústia e a agonia de estar tão perto e ainda tão longe da classificação se desfez quando Magrão finalizou de forma maravilhosa um cruzamento milimétrico de Andrezinho. Já seria um gol para lembrar pela beleza, não fosse a grandiosidade de seu significado. A diferença de 3 não era parte só dos sonhos e previsões dos torcedores. Ela estava ali, concreta, paupável, existente.

Administrar a vantagem tornou-se o principal objetivo então, pois o desgaste da equipe era visível, principalmente de Índio, que precisou ser substituído, e de Orozco, que mal se agüentava em pé. Nesse momento o jogo tornou-se mais dramático ainda. Conseguir a façanha de sair perdendo, virar o jogo, fazer o saldo de 4, diferença de 3, e tomar um gol perto do final da partida não seria um banho de água fria, seria como ser engulfado por um iceberg. Uma bola na trave defendida por Clemer fez a torcida parar de respirar por alguns segundos, mas ela logo tomou fôlego para poder gritar gol novamente. Depois de uma arrancada num contra-ataque de Nilmar e do pênalti nele cometido, Fernandão, o capitão do mundo, cobrou a penalidade de forma segura e terminou de escrever a história com o 5° e derradeiro gol do Internacional na partida.

É difícil falar de técnica num jogo como esse. Não só pelo fato de não ter visto o jogo ao vivo, só ouvido. E não havia como prestar atenção aos detalhes no tape passado logo após a partida. Mas com certeza pode-se destacar a participação primorosa de Andrezinho, a garra e força de Índio e Magrão, a liderança e calma de Fernandão, a vontade de Nilmar, a atuação segura de Clemer... Até mesmo Iarley, que nem entrou em campo, pode ser considerado destaque, pois incentivou e deu instruções como um técnico à beira do campo. Todos os outros que estiveram ou não em campo nessa noite tiveram uma ponta de responsabilidade por esse resultado. Mostraram que queriam ganhar e que acreditavam uns nos outros e em si mesmos. Dessa forma escreveram mais uma página da história do clube.

Houve muita reclamação do lado do Paraná sobre a arbitragem. Não se pode querer explicar e creditar a vitória do Internacional a arbitragem. Isso foi só uma horrível tentativa de querer explicar o inexplicável. Erros existiram, para ambos os lados, mas isso é parte do futebol. Houveram erros grotescos também na arbitragem da partida em Curitiba, que poderiam ter mudado completamente a cara daquele jogo, mas como eram a favor deles, não se ouviu coisa alguma sobre eles.

A festa ao final da partida foi linda e a vontade de estar lá era imensa. Os jogadores agradecendo a torcida pelo apoio foi certamente gratificante para os mais de 41.000 colorados presentes. Fernandão cruzou o campo inteiro para aplaudir aqueles que estão acostumados, eles, a aplaudir suas belas jogadas.

É difícil, após algo que só pode ser classificado como épico como foi essa partida, focar na final do gauchão, mas tenho certeza de que essa vitória eletrizante vai servir muito bem para motivar os jogadores a continuarem a nos proporcionar momentos de pura alegria. É gratificante para eles tanto quanto é para nós.
Agora é o Juventude e domingo já tem guerra de novo. O cansaço e os desfalques vão jogar contra nós, mas a gente já provou que as dificuldades edificam.

Uma pedra do sapato a gente já tirou.




Internacional 5x1 Paraná
Clemer; Índio (Titi, 25min2ºt), Orozco e Marcão; Bustos, Jonas (Sidnei, 2min30seg1ºt), Magrão, Andrezinho e Ji-Paraná (Adriano, 26min40seg1ºt); Nilmar e Fernandão.
Técnico: Abel Braga.
Fabiano Heves; Daniel Marques, Luiz Henrique e João Paulo; Ângelo, Jumar (Cristian), Léo, Giuliano (Clênio), Everton e Joélson; Fábio Luiz (Goiano).
Técnico: Paulo Bonamigo.
Gols: Fábio Luiz (P), aos 3min45seg do primeiro tempo, Andrezinho (I), aos 4min45seg do primeiro tempo, Índio (I), aos 31min50seg do primeiro tempo, Andrezinho (I), aos 41min40seg do primeiro tempo, Magrão (I), aos 18min30seg do segundo tempo, Fernandão (I), aos 48min do segundo tempo.
Cartões amarelos: Bustos, Marcão (I), Léo, Daniel Marques, Éverton (P). Expulsões: Ângelo, Joélson (P), Sidnei (I).
Arbitragem: Wagner Tardelli Azevedo (SC), auxiliado por Dibert Pedrosa Moisés (RJ) e Claudemir Mafessoni (SC).
Renda: R$ 361.091,00. Público: 41.837 (38.263 pagantes). Local: Beira-Rio.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Paraná 2x0 Internacional

Nem Guiñazu se salvou Tudo errado. Isso resume o time do Inter, o jogo, o resultado em Curitiba.
O time inteiro estava muito ruim, com exceção, talvez, de Índio e Bustos, que não comprometeram. Orozco vinha razoavelmente bem até criar a jogada para o segundo gol do Paraná. De resto, nem Alex e Guiñazu se salvaram (apesar do Guinãzu sempre se redimir por nunca desistir de uma jogada e estar em todos os lugares pra disputar a bola, é incrível!). E a culpa por isso recaí quase que totalmente em Abel Braga, que escalou e posicionou mal a equipe e, ainda por cima, conseguiu fazer substituições piores ainda. O típico "a emenda ficou pior do que o soneto". A única coisa que poderia ter sido feita e que talvez surtisse efeito positivo eram os passes no chão para Nilmar, mas houve uma insistência burra em passes pelo alto. Além disso, Nilmar ainda não pegou o ritmo de jogo e não está conseguindo jogar bem.

Perder por um gol era totalmente reversível. Agora, fazer diferença mínima de 3 já é uma tarefa bem difícil. Não vou ser como outros colorados que conheço e já me dar por vencida, mas que será uma tarefa hercúlea, isso será.

Nada justifica que o Internacional perca de dois gols para o Paraná. Sem querer desmerecer a equipe paranaense, o Internacional tem, sem dúvida, uma equipe melhor estruturada e com jogadores de maior qualidade. Também não acredito que a retrospectiva entre Paraná e Inter tenha afetado os jogadores. O que, então, deu errado? É lógico que o Inter vai perder, eventualmente, mas como a derrota acontece é que temos uma visão dos problemas e o que deve ser melhorado. No jogo dessa quarta, o que se viu é que Abel é uma pessoa criativa. Já tinha demonstrado isso no último jogo e o resultado tinha sido favorável. O problema é que ele inventou demais contra o Paraná. Roger e Alex em lados inversos? Pra quê? Aliás, Roger em campo? Pra quê? Tá na hora do Abel entender que a torcida se irrita não com ele ter idéias e colocá-las em prática, mas sim quando ele acha que qualquer besteira que ele inventar vai dar certo.

Agora acende a luzinha vermelha, mostrando que por melhor que os torcedores e o próprio Inter se ache, ainda há muito o que melhorar. Abel precisa frear seus impulsos de criatividade e mudar as coisas aos pouquinhos. Tudo de uma vez agora não dá certo.

Espero que o jogo de domingo seja diferente. Pelo menos já entramos com alguma vantagem, que só precisa ser confirmada. Não se pode, de maneira alguma, deixar o resultado de Curitiba afetar o rendimento do grupo. O foco tem que estar no Gauchão e no Caxias. No Paraná, pensa-se a partir do fim da partida de domingo.


Dados do jogo
Paraná (2): Fabiano Heves; Daniel Marques, João Paulo e Luis Henrique; Ângelo (Goiano), Léo, Jumar (Beto), Giuliano e Everton; Joelson (Glêmio) e Fabio Luis. Técnico: Bonamigo.

Internacional (0): Clemer; Bustos (Nilmar, 30min30seg2ºt), Índio, Orozco e Marcão; Magrão, Guiñazu, Roger e Alex; Iarley (Adriano, 20min2ºt) e Nilmar (Tales, 32min30seg2ºt). Técnico: Abel Braga.

Gols: Ângelo (P), aos 5min do segundo tempo, Fábio Luiz (P), aos 36min do segundo tempo. Cartões amarelos: Nilmar, Magrão, Guiñazu (I), Jumar, João Paulo, Glênio (P). Público: 9.025. Renda: R$ 121.784,00. Arbitragem: Sérgio da Silva Carvalho (DF), auxiliado por Marrubson Melo Freitas (DF) e Fabricio Vilarinho da Silva (GO). Local: Estádio Durival Britto, em Curitiba.


Agora, só um comentário completamente sem relação ao jogo: um dos pseudo-jogadores da azenha declarou que nunca jogaria no Inter. Exatamente. Porque ninguém no Inter seria idiota o bastante para sequer cogitar contratar um cabeça-de-bagre desses. Então, ótimo pra ele, melhor ainda para o Inter, que nunca ia ter alguém tão ruim vestindo a nossa linda e sagrada camisa. Vê se te enxerga, Eduardo Costa!

quarta-feira, 19 de março de 2008

Chapecoense 0x2 Internacional

Dados do jogo
Chapecoense (0): Nivaldo (Ricardo); Marcelo Guerreiro, Téio e Augusto; Tiago, Maurício, Dino, Everton César, Eder (Fábio Wesley) e Santos; Cadu (Dalmo)
Técnico: Luiz Carlos Cruz

Internacional (2): Renan; Índio, Orozco e Marcão; Wellington Monteiro (Jonas), Edinho, Andrezinho, Guiñazu e Alex (Guto); Fernandão e Gil (Adriano)
Técnico: Abel Braga

Local: Estádio Índio Condá, em Chapecó-SC
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)
Auxiliares: Márcio Eustáquio Santiago (MG) e Helberth Costa Andrade (MG)
Cartões amarelos: Augusto, Marcelo Guerreiro, Dino, Maurício (Chapecoense); Índio (Inter)
Cartão vermelho: Marcelo Guerreiro (Chapecoense)
Gols: Alex (aos 29min), Adriano (aos 46min do segundo tempo)

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Nacional-PB 0x4 Internacional

Dados do jogo
Nacional-PB (0): Wallace; Nunes (Helinho), Paiva e Junior; Dinho, José Wilker, Mimi, Marquinhos (Cristóvão) e Buick; Paulinho Guerreiro e Téo (Vander). Técnico: Samuel Candido.

Internacional (4): Renan; Índio, Orozco e Marcão (Ramon, 42min30seg2ºt); Wellington Monteiro (Bustos, 29min2ºt), Edinho, Magrão, Alex e Guiñazu; Fernandão e Iarley (Andrezinho, 21min2ºt). Técnico: Abel Braga.

Gols: Alex (I), aos 20min40seg do primeiro tempo, Guiñazu (I), aos 30min do primeiro tempo, Magrão (I), aos 14min40seg do segundo tempo, Fernandão (I), aos 45min do segundo tempo. Cartões amarelos: José Wilker, Paulinho Guerreiro, Paiva (N), Índio, Marcão, Fernandão (I). Expulsão: Paiva (N). Arbitragem: Rogério Lima da Rocha (SE), auxiliado por Ivaney Alves de Lima (SE) e Renison Nunes Freire (SE). Estádio: José Cavalcanti, em Patos (PB).